E1Jards Macalé
Na estreia da terceira temporada, Dé Palmeira recebe Jards Macalé. O imprevisível e incansável cantor comenta a alcunha de “maldito” da MPB e a renovação constante de seu público.

Em uma jam session com clima de ensaio de banda de garagem, o ex-baixista do Barão Vermelho, Dé Palmeira, traz sessões que desenham um panorama da cena carioca, mostrando toda a diversidade do gênero.
Na estreia da terceira temporada, Dé Palmeira recebe Jards Macalé. O imprevisível e incansável cantor comenta a alcunha de “maldito” da MPB e a renovação constante de seu público.
“O rock salvou minha vida”. A cantora Letrux revela a influência de Janis Joplin na infância e conta como estudar teatro proporcionou seu entendimento para seguir a carreira de cantora.
A banda paraense “Os Cordeiros” comenta sua mistura de ritmos e busca pela quebra de paradigmas ao transformar o tradicional em contemporâneo e detalha como o projeto entre pai e filho começou.
O cantor e produtor Kassin responde sobre sua responsabilidade em moldar a cena musical brasileira a partir dos anos 2000 e discute acerca de uma possível mudança de comportamento geracional.
O cantor André Prando comenta sua atuação na cena do rock no Brasil e as mudanças na indústria fonográfica e relembra o começo pouco usual na música, iniciando pela arte da composição.
“Eu tive necessidade de fazer um trabalho autoral”. Lucas Santtana comenta sobre não fazer concessões em sua criação musical e a escolha por uma carreira afastada da indústria fonográfica.
“A atitude cheia de pudor isolou o rock brasileiro”. O cantor Nevilton comenta sobre o distanciamento do estilo com outros ritmos e destaca as pequenas ações para tornar a cena mais profissional.
“Temos planos de dominar o mundo tocando na rua”. Os desbravadores de espaços públicos “Beach Combers” detalham sua trajetória de mais de 1500 shows realizados e muitas curiosidades.
Os integrantes da banda “Filtra” detalham as influências para o seu rock artesanal, cuja proposta é transportar a música brasileira tradicional para o universo teatral em suas apresentações.
Os integrantes da banda “Stereophant” revelam como o álbum “Mar de Espelhos”, lançado em 2017, se transformou em um disco conceitual de forma involuntária.
Os integrantes da banda “Baleia” descrevem as discussões existenciais, a “sofrência gourmetizada” de suas canções e abordam o amadurecimento do grupo através de um rock mais sombrio.
“Me sinto preso em um tempo que não é o meu”. Marcelo Callado revela seu maior afeto por trabalhos antigos, desabafa sobre o seu desejo de recomeçar e comenta a sua obra autobiográfica.
O compositor e instrumentista Sérgio Britto, integrante dos “Titãs”, comenta a busca por uma sonoridade diferente em sua carreira solo e elucida seu maior sucesso, a música “Epitáfio”.
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